.
..                    
.                                                               
    
                          

 

Artigos Temáticos

 

    Principal de Artigos temáticos

 

Domínio Feminino

 

 

    Artigos
    Seguros
    Oportunidades
    Controle de Qualidade
    Pequenos empresários
    Serviços
    Mediação de Conflitos
    Mercosul
    Finanças&Investimentos
    Idéias
    Opinião
    Internacional

 

Seguros
    Enio Vieira
Fotográfos
    Jean-Marc
    Vantoen Pereira Jr.
Dentista
    Paulo Cardoso
Mercosul
    Marketeck/SA
Internacional
    International Food
    & Beverage Consulting
Serviços
    Pessoais

 

DominioFeminino Indica

 

Honduras: criaram um mártir

La traición del Brasil

 
 
 

 

 

 

 

 

    Por melhores bananeiras
    
Google translator

    Manifesto dos brasileiros
    residentes em Honduras

       Berta Ataide
       26, Setembro/2009

 

Mais um dos destrambelhos lulásticos que nem é tão destrambelho assim. Coisa planejada, agendada com aparente requinte de logística. Com quase certeza a logística tenha ficado a cargo de Chávez (Venezuela) com sua experiência de militar e mais os adquiridos por outras vivências, talvez, nada honrosas, como a convivência com a FARC.

Pouca terá sido a participação de Evo(Bolívia) e outros, inclusive do Brasil, a não ser na parte de apoio logístico e ao modelo dos grupos terroristas, Lula da Silva ficou com a parte da comunicação. Por ser o mais falante enrolador de todo o grupo e com mais penetração política no mundo socialista, Lula encarregou-se da tática de fazer a ONU apresentar ao mundo o atual governo de Honduras como o grande vilão e de Zelaya o presidente por direito ainda que tenha cometido o crime de trair sua nação.

Fica muito fácil a denominação de golpe militar em Honduras. Fica fácil para uma América Latina ignorante e analfabeta, povoada por pobres, miseráveis e letrados oportunistas e vingativos, todos desejosos de prosperidade, ainda que falsa ou, conseguida pela via da desonestidade. Estes e aqueles coitados precisam de um Sebastião, um Tião um Lula, um Mel que lhes prometa, que minta mesmo que não os amem.

Impossível fazer com que a turba entenda que no caso de Honduras não houve um golpe militar. E não houve pelo simples fato de que a ação militar aconteceu apenas por obrigação legal. A Constituição daquele país que reza como cláusula pétrea a impossibilidade de alteração na mesma, proposta por um presidente. Baixando o nível, é o mesmo que dizer que a raposa não pode dar ordens no galinheiro. A raposa seria Zelaya e o galinheiro a Constituição de Honduras que guia o povo hondurenho.

Transcrevemos aqui, parte do artigo "República de Bananas" do Colunista Merval Pereira, publicado em Sexta-feira, Setembro 25, 2009 tomando como fonte de informação Dr. Lionel Zaclis, para que nossas leitoras não se percam das origens do caso:

"De acordo com a Constituição de Honduras, o mandato presidencial tem o prazo máximo de quatro anos (artigo 237), vedada expressamente a reeleição. Aquele que violar essa cláusula, ou propuser-lhe a reforma, perderá o cargo imediatamente, tornando-se inabilitado por dez anos para o exercício de toda função pública."

"(...) Em 23 de março de 2009, o presidente Zelaya baixou o Decreto Executivo PCM-05-2009, estabelecendo a realização de uma consulta popular sobre a convocação de uma assembleia nacional constituinte para deliberar a respeito de uma nova carta política."

"(...) Em 8 de maio de 2009, o Ministério Público promoveu, perante o 'Juzgado de Letras Del Contencioso Administrativo' de Tegucigalpa, uma ação judicial contra o Estado de Honduras, pleiteando a declaração de nulidade do decreto (...)."

"(...) E, como tutela antecipatória, que foi aprovada, requereu-lhe a suspensão dos efeitos, sob o fundamento de que produziria danos e prejuízos ao sistema democrático do país, de impossível ou difícil reparação, e em flagrante infração às normas constitucionais e às demais leis da República, para não falar dos prejuízos econômicos à sociedade e ao Estado, tendo em vista a dimensão nacional da consulta."

"(...) Em 3 de junho, o Juizado proibiu o presidente Zelaya de continuar a consulta. Contra essa decisão, impetrou ele um Recurso de Amparo - similar ao nosso Mandado de Segurança - perante a Corte de Apelações do Contencioso Administrativo, o qual foi rejeitado em 16 de junho."

"(...) Assim, o Juizado do Contencioso Administrativo expediu, no dia 18 de junho, uma segunda ordem contra o presidente, tendo uma terceira sido expedida nesse mesmo dia. Em virtude dessa desobediência, o promotor-geral da República ofereceu, perante a Suprema Corte, denúncia criminal contra o presidente Zelaya, sustentando configurar sua conduta crimes de atentado contra a forma de governo, de traição à pátria, de abuso de autoridade e de usurpação de funções, em prejuízo da administração pública e do Estado."

"(...) A Suprema Corte aceitou a denúncia em 26 de junho, com fundamento no art. 313 da Constituição e designou um magistrado para instruir o processo.

Foi decretada a prisão preventiva do denunciado, com o que foi expedido mandado de captura, cujo cumprimento ficou a cargo do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas."

"(...) No mesmo dia, o Juizado de Letras do Contencioso Administrativo deu ordem às Forças Armadas para suspender a consulta pretendida pelo presidente Zelaya e tomar posse de todo o material que nela seria utilizado."

"(...) O presidente Zelaya, então, ordenou ao chefe do Estado-Maior das Forças Armadas que distribuísse o material eleitoral de qualquer modo, porém o último, invocando a ordem judicial, se negou a fazê-lo, ao que foi destituído, tendo, em seguida, impetrado junto à Suprema Corte um recurso de amparo para ser reconduzido ao cargo."

"(...)Em 25 de junho a Suprema Corte cassou o ato do presidente Zelaya, sob o fundamento de que a remoção do chefe do Estado Maior das Forças Armadas constitui ato privativo do Congresso Nacional nos termos do artigo 279 da Constituição." "Uma frase famosa na diplomacia brasileira é a do chanceler do governo Geisel Azeredo da Silveira, que vivia repetindo: "O Brasil não pode dar a impressão de que é uma Honduras".

Mais complicado é, ainda, que a patuleia consiga entender a importância vital de uma Constituição sendo estes paises cujos povos não sabem que significado que uma Carta Magna tem para seu povo, para sua nação. A pequena Honduras já castigada por descompasos internos, precisa educar seu povo calcada no conhecimento e valorização constitucional não importando as consequências.

Para Lula e seu povo — primários bananeirosde bolso que ele carrega para onde bem entender não interessa sequer saber se o Brasil tem uma Carta mesmo que seja de aparência. Para os comprados, para a imprensa vendida, para o povo quase na sua totalidade, Honduras não foi protegida do aventureiro que quis lançar mão. Para este povo que desconhece ou que recusa sua Certidão de Nascimento, negociar seu nome próprio faz parte das banalidades.

Pelo projeto da internacional socialista o modelo de seguir pela alteração da Constituição dos paises está indo adiante sem percalços, pelo argumento do eleito em processo democrático.

Se um povo não protege sua Constituição esse mesmo povo não tem direito de pedir que ela o proteja. Se você vive em uma nação que é regida pelo Certificado de Nascimento, uma Constituição, e não está disposto a lutar e defendê-la, então, não reclame por viver desprotegido.

 

 

 

Alto

DF
Interativas

Amizade

ClubeDF

CtrlQualidade

Participe
Expatriates

Onça

Amor

Seguros

Socorro

Trabalho&

Negócios

Serviços

Separação

Moda

ElesPorEles

Viagem

Cultura

NetColun@

NetHumor

Brechando

Entrevistas

Mulher

JovensElas

Noivas/Noivos

Perfumes

Lar&Casa

Lojas

Saudável

Internacional

Lazer

Lojas

Temáticos

Editorial
Opinião
Editora
DF

[ Domínio Feminino © 1998-2009. Todos os direitos reservados. ] Brasil - Brazil We speak Brazilian Portuguese