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      "Negralização geral "

 

        Maria da Penha Vieira
        27 de Novembro de 2008

 

O processo de negralização oficial do Brasil está em marcha disfarçado de combate ao racismo, por Ensino mais bem cuidado e melhor distribuição da riqueza. Das polêmicas cotas raciais em prejuízo do mérito individual. Nosso Obama deve estar se preparando para chegar ao pódio de Brasília pela força da ditadura da cor da pele.

 

Em carta aberta ao Grande Chefe Branco endereçada ao Deputado Paulo Renato de Souza, ex-ministro da Educação, o sociólogo e doutor em Geografia Humana Prof. Demétrio Magnoli traz abordagem irretocável sobre os verdadeiros objetivos da “negralização” do povo brasileiro como quer a Esquerda fomentar para concluir seu objetivo segregacionista.

Carta aberta ao Grande Chefe Branco

Prof. Demétrio Magnoli — "Bem antes, em 1903, escreveu Os talentosos dez por cento, em que expunha a tese de que, por meio de uma criteriosa seleção educacional, um negro em cada dez poderia converter-se em líder mundial da raça negra. O artigo começa assim: "A raça negra, como todas as raças, será salva por seus homens excepcionais. O problema da educação entre negros, então, deve antes de tudo concentrar-se nos 10% talentosos..." Entendeu, agora, a proposta de cotas? Percebeu que ela nada tem que ver com um programa de redução de desigualdades sociais? Prosseguir leitura.

Nesta Carta aberta ao Grande Chefe Branco, Demétrio Magnoli revela o fim, mas não todos os meios que foram e estão sendo empregados para consecução final. Nesta Carta, também, não consta aonde estava a oposição de hoje, no ano de 1991 quando o IBGE introduziu no Censo, o quesito cor. Inclusive, o próprio Prof. Demétrio Magnoli.Por volta da década de 90 ainda não se conseguia concluir para onde sinalizava o interesse da Esquerda com o tal quesito cor do povo brasileiro e havia um silêncio perigoso que permitiu chegar ao ponto em que já estamos: o Brasil dividido em negros e mestiços e brancos brasileiros.

Divisões políticas, ideológicas e agora esta guerra entre negros-brasileiros e brancos-brasileiros. Todos os esforços para atender o populismo escrachado e ameaçador das Liberdades do povo brasileiro. Até o Presidente Lula se orgulha da “raça” que conseguimos criar no Brasil: Pelo Curto brasileiro ( ler ). Com esta, o Presidente Lula nos dá um novo conhecimento científico de que não somos gente, não somos da raça humana.

Nunca foi minha intenção ganhar alguma notoriedade quando escrevi o artigo “A cor não pode passar em branco” - O Censo 91 elegeu o brasileiro como Padrão nacional, criando Uma escala cromática inusitada em 15 de setembro de 1991 para a Editoria Idéias/Ensaio do Jornal do Brasil.

Dia seguinte à publicação já havia movimento na rua, naturalmente, organizado com muita antecedência e não por causa do meu artigo. À noite, no programa do Jô Soares – Onze e Meia – um diretor do IBGE lá estava para dizer sem nada explicar sobre a importância no tal quesito cor.

Muito bem, o artigo “A cor não pode passar em branco” ao qual refiro-me no início, representou a primeira voz contrária às intenções segregacionistas em marcha. Só que é bom lembrar que, nada disto teve seu início naquele ano de 1991.

Ainda com relação ao artigo “A cor não pode passar em branco” inusitada : por ter que tratar apenas de um tema, não pude estender-me a outros aspectos dos interesses da iniciativa do IBGE. E, um dos diversos interesses, aparentemente, era atender à indústria de cosméticos, oferecendo estatísticas gratuitas custeadas pelo dinheiro público.

Havia rumores de que a Benedita da Silva teria interesses comerciais diretamente ligados. Não havia provas concretas e até hoje elas não apareceram. Portanto, continua o rumor no mesmo estado, embora a empresa tenha se estabelecido e lançado no mercado produtos só para mulheres de pele negra. A mesma linha existente no Estados Unidos da América do Norte.

Até aí, produtos de acordo com a cor da pele morena ou negra, nada condenável, pelo contrário já que as chances de escolhas favorecem o das mulheres brasileiras e o fortalecimento da indústria cosmética. O condenável seriam os meios para consecução dos fins. Pode-se, rapidamente, deduzir que benefícios financeiros decorrentes da operação comercial de âmbito internacional viessem patrocinar a Causa providenciando aporte financeiro para formar e sustentar nomes na liderança do Movimento e que líderes negros fossem alçados à política e criação de ONGs.

As Esquerdas tem este grande mérito que é saber construir, gramscianamente, fantasias e empulhação para o bem de poucos com enganação de muitos. Há, com certeza, exceções em todas as áreas. A Literatura é uma. Nela, a Esquerda do Partidão elevou nomes de grande talento e isto é inegável e com o advento das ONGs tudo ficou dentro de uma modelagem perfeita.

Para finalizar, convenhamos que montar oposição nesta altura do campeonato é o maior diploma de arrogância e de incompetência dos opositores retardatários. Ainda mais quando o poder do dinheiro é a idelogia de ambos os lados politicos do Congresso brasileiro. A continuar no passo, o Brasil será dividido não em duas cores, mas em tons de cinza com cada estado escolhendo sua cor na base da população confessa.

 

http://arquivoetc.blogspot.com/2008/11/carta-aberta-ao-grande-chefe-branco.html
http://www.dominiofeminino.com.br/artigos_tematicos/identidade_nacional_cor_raca/cor_do_brasileiro.htm

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