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   O poder de fogo do prefixo ex

 

    

    Maria Luiza Curti ( * )
    Psicóloga clínica – crp. 14/01733-1
    Comunique-se
    01, Agosto/2005

Ela retornou!!

 

Por tudo que já vimos, ouvimos ou lemos, podemos seguramente dizer que, o prefixo “ex” quando antecede ao ser humano, possui (ou não) um poder de fogo excepcional, principalmente, quando essas duas letrinhas se encostam, por exemplo, em marido, esposa, amante, genro, amigo, secretaria...

O que faz o “ex” conter poder de destruição, são informações (verdadeiras ou não) aliada a uma grande carga de: desejos frustrados, rejeição, inveja, raiva e um desejo intenso de vingança. Aí, quem carrega algum desses itens ou todos juntos, passa a ser uma bomba ambulante.

Há informações sob o domínio do “ex” que se forem reveladas podem causar um prejuízo residual, pois interessam apenas a determinadas pessoas, então, geralmente, a coisa pega fogo, praticamente, em família ou no trabalho, etc. Porém, há outras revelações que têm um alcance muito maior que uma família, um círculo de amizade ou uma determinada empresa. São de interesse público, portanto, podem atingir a toda uma sociedade.

Tanto a mulher como o homem, possuem a mesma periculosidade explosiva quando não detêm o controle sobre suas emoções.

Como exemplo, foi por causa das denúncias de um homem, ex-genro, do juiz Nicolau, sobre seu enriquecimento ilícito que ele, “ex vi legis” (por força da lei), perdeu a liberdade.

A socialite que denuncia, após ser abandonada por um político seu ex-marido, uma dança enlouquecida de malas contendo dólares.

O deputado cantor, que depois de pressentir a si próprio ardendo numa fogueira, resolveu, protagonizando uma ópera bufa, que queimaria junto seus ex-afetos.

A secretária, que após ser demitida da empresa onde trabalhava, resolveu se vingar do ex-patrão, denunciando e entregando uma agenda que o comprometia.

Não me venham com patriotadas!

Dizer, agora, que as denuncias foram por amor à democracia e aos cidadãos brasileiros, é debochar da inteligência do povo.

Se o ex-genro não possuísse algum interesse contrariado; se a socialite não tivesse sido abandonada; se o deputado não visse seus desejos irem para o brejo; se a secretária não houvesse sido demitida... Certamente, “tudo continuaria como antes no quartel do Abrantes”.

Existe “ex” que detém informações que poderiam ser prejudiciais ao outro, porém, lidam bem com frustrações, rejeições, dão a volta por cima com facilidade, conseguem transformar sua raiva em algo positivo para sua vida e não deixam que sentimentos menores cresçam e floresçam.

A parte boa desse destempero dos “ex”, que acontece a partir de frustrações pessoais, é que às vezes permite à nação a oportunidade de passar um país a limpo.

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