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   E onde enfiaremos
   Essa gente?

           

      NOTA da Editora      
      Adriana Vandoni Curvo
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      Janeiro 27, 2005

 

   
 

Leia: Editorial

 

          Na década de 70, muitos colonos, de todas as regiões do Brasil, em especial, do Sul, migraram para Mato Grosso em busca de grandes propriedades a preços baixos. Vieram incentivados pelo Governo Federal e apoiados nas facilidades de financiamentos da Sudam, da Sudeco e do Banco do Brasil.

          No governo Médici, foram criados programas especiais de desenvolvimento e ocupação da Amazônia, como o Programa de Integração Nacional, que forneceu recursos para a abertura de 15.000 km de estradas. Juntando-se a esses benefícios, uma intensa propaganda prometia um eldorado onde a terra era rica, o clima perfeito, a madeira interminável e as riquezas sem fim.

          Trinta anos se passaram desde a chegada daquela população de migrantes que se embrenhou nas matas e, procurando sobreviver, mesmo depois de esgotado o amparo do governo federal, fixou raízes, criou municípios e trouxe desenvolvimento.

          Hoje surgiu uma novidade, um grande “presente” para parte da região amazônica que inclui o norte de Mato Grosso e o sul do Amazonas. A criação do Parque Nacional do Juruena. Parque Nacional (PARNA) significa a delimitação de uma área onde serão mantidos seus ecossistemas livres de alterações causadas pela interferência humana, admitido apenas o uso indireto dos seus atributos naturais. Ou seja, somente são permitidos o desenvolvimento de pesquisas científicas e atividades de educação ambiental, recreação e turismo ecológico. Por serem de posse e domínio público, as áreas particulares que ficarem dentro de seus limites serão desapropriadas. É salutar e necessária a preservação ambiental, esse é um ponto inquestionável, mas, e a população que lá está?

          Em Mato Grosso, o Parque do Juruena vai ocupar um milhão de hectares, o que corresponde a boa parte dos municípios de Apiacás e Nova Bandeirantes. Para se ter uma idéia, da área total Apiacás, 23% é da Reserva indígena Kaiabí, 5% da Reserva Estadual e, se concretizado, 41% será tomado pelo Parque Nacional. Sobra ao município 30%, porém, de acordo com a MP 2166 só pode ser explorada 20%, assim, restará para utilização do homem o equivalente a 5,98 % da área total do município.

          Aquela população que foi ocupar a Amazônia nos anos setenta passou de desbravadora para predadora e enfrenta um forte lobby de ONG’s que através de uma relação libidinosa com os governos desprezam o mundo moderno e a tecnologia para cultuarem uma formação social arcaica, porém, com interesses nem sempre visíveis e com interligações escusas. Esses organismos estão se transformando em meio de vida para seus dirigentes. Profissionais da área com grande influência sobre políticas de governos locais, nacionais e de organismos internacionais.

          É preciso preservar, sim. Mas temos que desenvolver uma preservação respeitando o ser humano. O que fazer agora com 6.665 pessoas que vivem em Apiacás? Dizimar essa população ou treinar para vivam como sagüis pulando de galho preservado em galho preservado divertindo turistas estrangeiros. Tá certo que uma Auschwitz resolveria o problema, mas, como sou contra a destruição da vida, em especial da humana, sugiro que se ensine essa população a grasnar como as araras, dessa forma ficaram camufladas e a salvo dos ecologeiros caras-de-paus (sic).

          É um tema complexo. Voltarei ao assunto.

 

 

 

 

N.E. — Por termos estado fora do ar durante 13 dias, a contar de 1º de Fevereiro por motivo de protesto, esclarecemos que este artigo da nossa colaboradora, antecipou-se as notícias que somente agora estão sendo veiculadas nos grandes jornais brasileiros. Reconhecermos que houve prejuízo para a autora e por isso apresentamos nosso pedido desculpas.
Maria da Penha Vieira

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