Leia em Artigos Temáticos:

Estimulação precoce , o que é?

 

     

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Conversando sobre eles
Bebês
Não-biológicos
Ninho vazio
Adolescendo
Disciplina como
instrumento para educar
Comportamento
Crescendo e assustando
Entrevista
Ensinam
Mudanças: tô com medo!
Maternidade

 

 

                                        

 

 

 

Index Filhos

 

           O professor doutrinador e o educador pluralista

        Comentário de Catarina Landim e Fábio San Juan à entrevista com Miguel Nagib, coordenador do site Escola sem         Partido. (http://www.portaberta.net/blog/?cat=12).


           A questão da maioridade

        Rodrigo Constantino
        15, janeiro/2007

 

           Saber dizer não

        Patrícia Carlos de Andrade
        15, janeiro/2007

 

           Uma fraude contra os empregados domésticos

        Cândido Prunes
        15, janeiro/2007

 

           Desarmamento infantil e androginia

           Dr. Heitor De Paola
           21, Abril/2005

 

Este excelente artigo do Dr. Heitor De Paola vem corroborar a necessidade de que as mães devem evitar a histeria estimulada por "educadores" e montagem, cujos objetivos são outros bem diversos que a proteção dos nossos filhos. Nós mães somos as primeiras e únicas educadoras e a nós cabe distinguir, com conhecimento de causa, o que é ou não prejudicial à formação de caráter dos nossos filhos.
Resumo: Além de médicos semideuses que dizem o que podemos fazer ou comer de “saudável”, temos também a re-engenharia do sexo masculino na etapa fundamental da formação do ser humano, a infância.

    

Comunicação do Crime


Berta Ataíde
Domínio Feminino
25, Novembro/2002

 

Dos tempos em que os filhos esperavam a bênção e a permissão dos pais, acreditavam que todo sucesso da empreitada de vida pessoal estaria diretamente ligado à concordância dos pais, já vai longe. Acreditavam que o apoio dos pais funcionaria como uma energia imprescindível. E funcionava, não por medo mas por convicção do amor da quase "divindade materna e paterna". Um reconhecimento explícito, indubitável, do amor e da confiabilidade da mãe, principalmente. Mais

 

Caminho-Meio
Suzana Bertioga
Colaborou: Berta Ataíde
25, Novembro/2002


As famílias brasileiras, independentemente de pertencerem a esta ou aquela camada social, seja da base, do meio ou do vértice da pirâmide, têm demonstrado o quanto o tecido familiar se mostra esgarçado ou esfarelado. Valores universais, sociais, morais, nada, nada mais tem significado. Mais

 

Os caminhos de uma
inclusão Humana

Educação/Marina S. Rodrigues Almeida
Psicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga
Fale com Marina

 

Pais, educadores e demais profissionais estão se deparando, com um dilema: “Como educar nossos filhos para uma sociedade futura ?”.
Nossa preocupação e angústia vêm da natureza de não conhecermos em detalhes os aspectos fundamentais desta futura sociedade! Mais

 

          Não Matar
          Pai e Mãe

             Fale com Maria Luiza Curti
             22, Novembro, 2002


O crime em que a adolescente de 19 anos, Suzane Louise von Richthofen é uma das pessoas envolvidas, chocou profundamente a sociedade. O espanto indignado das pessoas centra o foco principalmente sobre ela, por vários motivos, dos quais três deles são os principais: sua relação direta com os assassinados, pai e mãe; sua condição econômica e social e, será isso um sinal dos tempos?

Um amigo, católico, aturdido, falou: “Será que com essa onda atual, está se precisando acrescentar nos Dez Mandamentos, um mais explicito, Não Matar Pai e Mãe? Mais

Sexualidade na sala de aula
Educação/Marina S. Rodrigues Almeida
Psicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga
Fale com Marina

 

Rivalidades entre irmãos
Dr. Roque Theophilo*
05, Julho/2002

Lidando com nossos filhos, no dia a dia, as menores ocorrências, falas e olhares, muitas vezes se traduzem em verdadeiras bombas que caem em cascatas. As relações entre os nossos filhos podem ser contornáveis com distanciamentos, quando necessários, interferências cuidadosas e pensadas. Deste artigo, você vai poder extrair muito, para reflexão e conseqüente, mudança de atitude.Consideramos este artigo do Dr. Roque Theophilo muito esclarecedor para que mulheres com mais de um filho lidarem com eles, bem como aquelas em vias de ter outro filho não cometa equívocos já quase cristalizados nas argumentações clichês. Psicologia demais atrapalha, é verdade, porque não se consegue viver 24 horas por dia, racionalizando, traçando relação entre causa e efeito. A convivência familiar e os laços afetivos, mesmo àquelas mães profissionais da área psi, não conseguem esse feito.

Entretanto, é bom lembrar que esses profissionais, os psicoterapeutas, nos são de grande valia, quando distanciados desses laços afetivos podem contribuir para localizar o ponto sobre o qual pode-se trabalhar o equílibrio, a harmonização nas relações familiares. Eles podem sinalizar e trabalhar em conjunto com as famílias. Leia sobre Rivalidades entre irmãos

 

Explicando
"Maria Eugênia"

Fale com Maria Luiza Curti
22, Abril, 2002

Este artigo de Maria Luiza Curti, oferece às mães um "modelo" compreensível a ser traduzido na vivência de cada uma, como um instrumento para entender as transferências. O apego da criança pelo travesseirinho cheirando a azedo, a fronha favorita que não pode ser lavada, o ursinho que "ajuda a dormir"... Leia mais sobre o assunto Objetos e Fenômenos Transacionais...

 

                    

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