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     Capitalismo e Juízo Final

           

          Jorge E. M. Geisel ( * )

          22 de julho/2009

“Quando nada parece ajudar, eu vou e olho o cortador de pedras martelando sua rocha talvez cem vezes sem que nem uma só rachadura apareça. No entanto, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas e eu sei que não foi aquela a que conseguiu, mas todas as que vieram antes.” - Jacob Riis (1849 - 1914), jornalista, reformista social e fotógrafo pioneiro no uso do flash, dinamarquês-americano.

O monopólio da guilhotina

 

Jorge Geisel Dizia Alberto Sales, vulto da nossa história republicana, ligado à corrente liberal paulista, que o brasileiro é sociável mas pouco solidário. Provavelmente, desejava expressar a idéia de que conseguíamos conviver em grupos limitados, mas no fundo incompetentes para nos organizarmos em sociedade mais ampla. Para prosseguir

Tenho ouvido críticas ao Capitalismo, mesmo por parte daqueles que pretendem defendê-lo atacando suas imperfeições. Alguns afoitos, ou mal intencionados, chegam a considerar que a crise globalizada nasceu do "laisser-faire de Adam Smith"...

Ora, em nenhum momento dos EUA, ou de qualquer outro país do mundo, a teoria liberal clássica foi plenamente aplicada. Algumas economias foram influenciadas por aspectos liberais, mas sem qualquer devoção aos princípios do Liberalismo Clássico. E a verdade pode ser constatada pela própria denominação de "liberals" aos políticos do Partido Democrata dos EUA, quando representa a antítese do liberalismo capitalista prescrito por qualquer uma das escolas atualizadoras do Liberalismo Clássico, como a Austríaca e a de Chicago, por exemplo.

Convenhamos, não haverá economia capitalista, e nem socialista, que consiga sobreviver sem crises esporádicas, cíclicas ou fatais (vide URSS...), se submetida a corridas armamentistas ilimitadas, a guerras sucessivas, a necessidades nascidas da hegemonia política, a abusos dos privilégios de estado e a políticas fiscais deterioradas por assistencialismos eleitoreiros, sempre despregados da produtividade e da lucratividade dos pagadores de tributos.

Depreende-se, então, que as economias estão muito sujeitas a fatores políticos fora do controle do Mercado, com sucessos ou desastres proporcionais à capacidade de cada Estado em administrar conflitos e perdas de rentabilidade, cuja intervenção poderá ser mais ou menos eficiente em abalar a normalidade das causas e efeitos do mundo econômico.

As perdas em escala macroeconômica, então, podem ser recuperadas em parte, quase sempre quantitativamente e sob perdas irreparáveis de qualidade, com obscurecidas previsões de perdas maiores ainda no futuro, quando o Estado age em função das demandas dos corporativismos e das pressões sociais, intervindo como maestro nas decisões que caberiam aos próprios sujeitos e agentes econômicos, formadores da verdadeira riqueza nacional.

A delegação de poderes de intervenção política na economia, geralmente, é aceita sem reservas pela Iniciativa Privada e pela Opinião Pública, como mera extensão natural dos poderes implícitos e jurisdicionais já anteriormente concedidos e que acabaram produzindo atalhos e caminhos direcionados ao abismo, que pretendem agora entupir dando passagem a novos horizontes. Pouca gente questiona o custo e a segurança da obra, muito menos a qualidade política da outra margem, incautamente em busca de novas incertezas.

Estamos vivendo a crise promovida pelos excessos de Estado e suas amoralidades, pela ausência de estadistas da Liberdade no mundo de hoje. Temos, sim, estatistas, liderando promessas indiscriminadas de paraísos na Terra, aonde a procura da felicidade possa ser substituída por uma casinha dormitório, hospital e escola de graça, na religiosa convicção de que a servidão voluntária significa a libertação de qualquer juízo final.

 

 

 

 

( * ) Jorge E. M. Geisel é advogado.

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