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A MEDIAÇÃO COMO RECURSO NOS CONFLITOS FAMILIARES

 

Em sua origem, a Mediação estava voltada para questões comerciais e empresariais. Estruturada como processo, foi reinventada na década de setenta, nos Estados Unidos e valeu-se primordialmente das técnicas de negociação apregoadas pela Escola de Negociação de Harvard. À medida que o instrumento passou a ser utilizado por áreas mais delicadas do relacionamento humano, como os temas relativos a famílias, foi incorporando outros pilares teóricos, humanizando-se. O modelo inicial - dirigido, exclusivamente, para o conflito - foi denominado 'Mediação para Acordos' e ocupava-se, particularmente, das questões, não dos conflitantes.

A Teoria da Comunicação somou-se ao processo de Mediação quando de uma mudança paradigmática e, em certo momento, um teórico da Negociação - Robert A. Barush Bush - e um teórico da Comunicação - Joseph F. Folger - construíram juntos um modelo de trabalho que privilegiou o conflitante em lugar do conflito. A denominada 'Mediação Transformativa', ao inverso do modelo anterior, ocupou-se dos personagens mais do que da substância; decidiu cuidar dos litigantes e situar o acordo na condição de possibilidade, não de finalidade. Ergueu-se sobre a proposta de auxiliar as pessoas a reconhecer, em si mesmas e no outro-adversário, as necessidades, as possibilidades e a capacidade de escolha e de decisão. Acreditava-se que tal propósito promoveria a transformação na relação e viabilizaria, como conseqüência natural, o acordo, ator coadjuvante no processo.

Deve-se a Sra Cobb a inauguração do Modelo Circular-Narrativo, o qual, como indica o nome, agregou o pensamento sistêmico com sua proposta de circularidade e a Teoria das Narrativas, além do enfoque sobre redes sociais, à tarefa pós-moderna de encontrar na Mediação um instrumento extrajudicial de resolução, manejo e prevenção de controvérsias. O Modelo Circular-Narrativo se dispôs a cuidar da relação entre litigantes tanto quanto da construção de acordo e abrange as propostas de:

1 - busca de informação sobre o processo de disputa e seu objetivo;
2 - desestabilização das 'histórias oficiais'- relatos e alternativas trazidos - e construção de 'histórias alternativas' - relatos e alternativas ampliadas.
3 - construção e confecção de acordo.
Diagrama ampliado, com base no original de Marinés Suares

Por sua característica transdisciplinar, a Mediação perpassa o Direito, a Psicologia, a Sociologia, a Antropologia, a Filosofia e outras Ciências/disciplinas, imprimindo polivalência a um instrumento capaz de tornar-se adequado aos contextos nos quais seu emprego se faça preciso.

Teoria da Negociação, Teoria da Comunicação, Visão Sistêmica, Visão Construtivista / Construcionista Social, Processo Reflexivo, Teoria das Narrativas e Teoria das Redes Sociais compõem ,hoje, parte do instrumental teórico dos distintos Modelos em Mediação, para serem combinados de acordo com o tema a ser mediado, o contexto da Mediação e o estilo do Mediador.

TANIA ALMEIDA

 

Médica; Psicanalista, Terapeuta Individual e de Família; Conciliadora e Mediadora; Docente do ITF-RJ - Instituto de Terapia de Família do Rio de Janeiro; Docente, Consultora e Supervisora em Conciliação e Mediação - Mediação Familiar, Social e Organizacional; Fundadora e Diretora do MEDIARE - Centro de Mediação e Resolução Ética de Conflitos do Rio de Janeiro; Coordenadora do Setor de Mediação do NOOS - Instituto de Pesquisas Sistêmicas e Desenvolvimento de Redes Sociais - RJ; Coordenadora da Comissão de Ética do CONIMA - Conselho Nacional das Instituições de Mediação e Arbitragem; Integrante da Junta Diretora do World Mediation Forum (Biênio 99/00) e do Setor Internacional da Society of Professionals in Dispute Resolution".

 

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